terça-feira, 17 de julho de 2007

América Colonial - EUA Colônia à Independência

ESTADOS UNIDOS – COLONIA À INDEPENDÊNCIA

Autor: Leandro Karnal - Ed. Contexto



É importante lembrarmos que o Estados unidos assumiu uma grande importância mundial no Século XX. Hoje , a história de toda a América esta sendo revista, questionada.
Este autor busca esclarecer –nos o quanto é diferente e fascinante termos uma visão mais critica sobre nossa história.

A mais tradicional verdade didática sobre a colonização inglesa inclui dar oposição a colonização ibérica. Normalmente as verdades didáticas costuma ter duas visões.

O oposto da colonização de exploração é a de povoamento,. Povoar uma colônia as pessoas vão para morar ao invés de enriquecer e voltar, assim sua atitude não predatória, contudo busca desenvolver o local. Explicando assim o grande desenvolvimento de Canada e Estados Unidos.
Há um a idéia que nas colônias de exploração não e preocupa com a qualidade dos colonos, na povoamento receberam o que havia de melhor nas metrópoles gente de valor, mas que era perseguida na Europa.

Vianna Moog contesta estas posturas, pois hoje com estudos biológicos podemos afirmar que o fator de raça apresenta problemas,pois o seres humanos pertencem a mesma espécie.

Do ponto de vista cultural, Viana Moog, traça um paralelo entre o protestantismo e catolicismo, na Idade Média a igreja proibia o lucro e o juro, o ideal católico era a salvação da alma o progresso era visto com desconfiança. Os protestantes, principalmente os calvinista, desenvolveram uma ética oposta. Deus ama o trabalho e a poupança, o dinheiro é uma graça de Divina. O ócio é pecado e o luxo tmabém.

Richard Morse afirma que o subdesenvolvimento é cultural, pode–se entender que a América Latina mantêm-se subdesenvolvida não por incompetência dos governos, entretanto, por uma questão política. Esta afirmação pode gerar dúvidas, significando na verdade que houve opções, deve-se afastar a idéia de acidente como se a América Latina fosse obra do acaso.

Projeto colonial só podemos falar nas ares portuguesas e espanholas, somente nelas houve uma preocupação constante de sistematização quanto as questões da América. Já os inglese foram sssitemáticos.
No séc XVII, a América Espanhola já apresentava universidades, bispados, produção literária e artística, a costa inglesa era um amontoado de pequenas aldeias atacadas por índios e pela fome.

No Brasil, a ordem jesuítica chega junto com o primeiro governador geral.


A Dinastia Tudor


Para entendermos a colonização inglesa precisamos ver a situação da Inglaterra antes de iniciar este empreendimento.

A Guerra dos Cem anos colaborou para que a Inglaterra se unisse em torno de um objetivo, a nacionalidade inglesa. A Guerra das Duas Rosas, Guerra teve seu fim em 1485, quando Henrique VII funda a Dinastia Tudor. A sucessão de duas guerras colaborou para o enfraquecimento da nobreza e fez crescer o desejo de um poder centralizado e pacificador. Ao promoverem a reforma religiosa contra o papa e os reis da Espanha, os reis Tudor da Inglaterra aumentaram ainda mais sua popularidade.

Modernidade política é uma ação política independente da teologia e da moral.


O Século XVII

A Inglaterra estava em transformação, com a revolução agrícola e o progresso das manufaturas fez da Era Tudor uma era de prosperidade.



Autor: Desconhecido

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